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Em 480 a.C., quando a invasão persa era iminente, circunstâncias políticas impediram que Esparta partisse com seu poderio total na linha de defesa inicial. Então, Leônidas, rei espartano, tomou a dianteira, partindo apenas com os trezentos homens de sua guarda pessoal para encontrar o gigantesco exército de Xerxes no desfiladeiro das Termópilas, onde seria travada a primeira grande batalha dessa segunda guerra médica.
No caminho, Leônidas recebeu o reforço de outros povos gregos, estimado-se um número total de 7.000 homens. Ainda assim, sua inferioridade numérica era assombrosa. Xerxes fez inúmeras propostas de acordo para a pequena força grega, todas rechaçadas. Então, após cinco dias, a batalha teve inicio. Utilizando a geografia "apertada" do local, Leônidas e seus homens conseguiram reduzir os efeitos de sua desvantagem, e a falange espartana (que levava esse nome graças à postura que seu exército trajando túnicas vermelhas lutava, sempre lado-a-lado) conseguiu causar enormes baixas para o exército persa, físicas e morais. A situação de Xerxes piorou após a derrota de sua guarda de elite, denominada de "Os Imortais".
Porém, os gregos foram traídos por um de seus compatriotas, o pastor de ovelhas Efíaltes, que fora subornado por Xerxes para conduzir seus homens por entre o desfiladeiro. Com sua posição comprometida, a batalha era dada como perdida. Muitos fugiram e Leônidas deixou partir quem assim desejasse, fincando a posição dele e de seus camaradas espartanos. O rei sucumbiu numa nuvem de flechas persas e seus homens não tardaram a tombar, mas não sem muita luta e levando consigo muitos soldados persas. No local da batalha, agora jaz a inscrição "Viajante, vê e diz a Esparta que morremos por cumprir com suas sagradas leis".
Posteriormente, em 479 a.C., liderados por Temístocles de Atenas, com sua invencível armada naval e pelo sucessor (e sobrinho) de Leônidas, Pausânias, com o invencível exército espartano sob seu comando, os gregos expurgaram de vez a ameaça persa de suas paragens.
Juntamente com Atenas, Esparta era uma das duas principais pólis (Cidades-estado) gregas. Situada á sudeste da planície do Peloponeso e banhada pelo rio Eurotas, Esparta foi erguida pelos dórios em meados do século IX antes de Cristo. Desde sua criação, seu potencial para guerra fora o diferencial da cidade, logo se impondo aos povoados vizinhos. A civilização espartana começara a atingir seu ápice por volta do século VI a.C., numa doutrina oposta a ateniense. Enquanto seus rivais de Atenas se voltavam para a arte, para a filosofia e para a cultura, os espartanos eram educados desde seu nascimento para a guerra.
Sua sociedade se dividia entre esparciatas (elite numericamente inferior que possuía todos os direitos políticos e civis, tendo sua linhagem pura - filhos de outros esparciatas - e era obrigada a se dedicar plenamente ao estado, no exército ou exercendo a vida pública, sendo eram proibidos de trabalhar no comércio), periecos (homens livres, descendentes dos povos conquistados por Esparta que não possuíam direitos políticos, mas eram obrigados a pagarem impostos e ao serviço militar) e hilotas (escravos estatais sem quaisquer direitos, vinculados primariamente ao trabalho agrícola, sendo oprimidos e humilhados, além de vítimas de massacres anuais promovidos pelos espartanos para reprimir eventuais revoltas).
Os espartanos (entenda-se, os esparciatas), dedicavam-se ao estado, à caça, ao desporto e as artes militares. Tais atividades, eram vistas como necessárias para manter o cidadão espartano disciplinado pessoal e socialmente. Ao nascer,o espartano era inspecionado e, caso tivesse algum defeito físico, era logo descartado (traduzindo: morto.) Sua vida militar começava cedo, aos sete anos a criança era separada dos pais e entregue ao Estado para um severo treinamento, que durava até os seus vinte anos, idade em que o espartano poderia casar (porém, só era desobrigado do pernoite no acampamento militar aos trinta). Dos vinte aos sessenta anos,prestava seus serviços militares e, para criar laços com seus companheiros soldados, a refeição da noite era tomada em conjunto. As mulheres espartanas eram muito mais respeitadas que as de qualquer outro Estado, já que a capacidade de reprodução (conseqüentemente, de gerar futuras gerações de soldados) era de suma importância para Esparta.
Karl Marx postulou a idéia de que os indivíduos não são “autores” ou agentes da história, uma vez que sua ação está limitada pelas condições históricas criadas por outros e sob as quais eles nasceram. Althusser analisa que com isso Marx deslocou as idéias modernistas de que há uma essência universal de homem e de que essa essência é atributo de ‘cada indivíduo singular’”, o qual é seu sujeito real. Althusser retrabalhou a noção de ideologia de Marx, em Ideologia e aparelhos ideológicos do estado (1974), trazendo a distinção de ideologias históricas (como a “ideologia alemã”, com que Marx trabalhou), e Ideologia a-histórica ou oni-histórica, que seria “uma ‘representação’ da relação imaginária dos indivíduos com suas condições reais de existência”. Essa Ideologia “em geral”, diz Althusser, interpela o indivíduo em sujeito, jogando com a polissemia do termo, e entendendo-o não mais só como o sujeito cartesiano, agente, mas principalmente como sujeito assujeitado. Um duro golpe no alicerce da visão racionalista de sujeito.
A Liga dos Comunistas, associação operária internacional que, nas circunstâncias de então, só podia evidentemente ser secreta, encarregou os abaixo-assinados, no Congresso que teve lugar em Londres em Novembro de 1847, de redigir um programa detalhado, simultaneamente teórico e prático, do Partido e destinado à publicação. Tal é a origem deste Manifesto, cujo manuscrito foi enviado para Londres, para ser impresso, algumas semanas antes da Revolução de Fevereiro. Publicado primeiro em Alemão, houve nesta língua pelo menos doze edições diferentes na Alemanha, na Inglaterra e na América do Norte. Traduzido em inglês por Miss Helen Macfarlane, apareceu em 1850, em Londres, no Red Republican, e, em 1871, teve na América, pelo menos, três traduções inglesas. Apareceu em francês, pela primeira vez, em Paris, pouco tempo antes da insurreição de Junho de 1848, e, recentemente, em Le Socialiste, de Nova Iorque. Atualmente, prepara-se uma nova tradução. Fez-se em Londres uma edição em polaco, pouco tempo depois da primeira edição. Apareceu em russo, em Genebra, na década de 60. Foi também traduzido em dinamarquês pouco depois da sua publicação original.
Sou um autêntico ariano (signo de áries). A minha independência é muito importante. Não importando a idade terei sempre um jeito adolescente. Não aprecio a rotina e a mesmice. Adoro os desafios. Em algumas situações faço primeiro e penso depois. Sou Emotivo e impulsivo, não sou de meias palavras. Sou capaz de ir atéo fim do mundo para demonstrar meus sentimentos. Confio demais nas pessoas me entrego as amizades. Assim sou eu Luis Fernando.
O Pensamento vai e vem, reprime e se encontra, vai do ID ao Ego, foi objeto de estudo
e de imaginação. Até hoje ningue defini corretamente, os caminhos da mente, entre neoronios e massa cefalica.
Mas à essência do pensamento e á imaginação, é a vontande de descobrir e explorar
A liberdade do pensamento não encontra limites, transcreve em linhas tortas.
O pensamento é relativo, positivo e incondicional, não tem cor, idade e sexo.
Pensar é refletir, expressar é gritar ao mundo para qual propósito somos e quem somos.
Quem diz que não pensa está meramente mentindo, pois a mente não para, e esse é justamente
o fato que me fascina, a mente é tão complexa que não para, enquanto o nosso corpo tem que ficar ao menos 8 horas descansando.
A mente alem de pensar, pode manipular sentimentos, os desesejos e as vontades do corpo. Existem no mundo milhares de tipo de mente: elas podem ser assassinas, piscóticas, revoltadas, tranviadas, podem esconder medos, magoas e passados obscuros.
Cada dia que penso no poder da mente fico admirado e quanto a mente pode fazer.
Por isso afirmo minha mente é minha máquina, é meu corpo é parte essencial da minha, e ela me controla..
Você nem sempre acreditou no sincero amor, as escolhas que fez só lhe fizeram enxergar que vivemos no mundo em busca da felicidade. Um dia você acordou e viu que estava só, que tudo que plantou a vida toda não nascia e nem crescia.
Do seu jardim só se cultiva dor e tristeza, a luz do sol não chega mais aonde você plantou suas flores, aonde tudo que nasceu se transformou em morte.
A vida é assim mesmo, pois o que um dia é belo no outro pode ser feio, o que um dia é tristeza pode se transformar em alegria, e o que um dia é vivo pode se transformar em dor. Se a melancolia de todos os dias não lhe trouxe resultados é sinal que um dia esses resultados vão surgir, pois todos nós temos o direito de encontrar o caminho da nossa busca. A sede de encontrar esse momento pode transformar tudo em agonia, e a mesma pode tornar tudo mais escuro e doloroso.
Cada dia que passa transforma nossa eterna busca da felicidade em tortura, cada dia que passo sem enxergar esse horizonte transformou minha vontade de vencer em coragem para desistir. Até pode ser que encontre a felicidade em qualquer ponto escuro de uma sociedade inútil.
Quando quis sentir você eu só me decepcionei, quando procurei a chama do seu coração, ela congelou meu amor próprio.
Quando tentei me sentir sozinho e confiante sua imagem surgiu na minha mente e cegou minha solidão.
Quando tentei ser forte, minha força se transformou na fraqueza das minhas lágrimas.Quando pensei meu Deus, minha chance finalmente chegou, mas então um estranho medo me tomou e simplesmente não quis enxergar que eu havia criado um Mundo próprio, e quis fugir para esse mundo e excluir toda existência de um mundo exterior, e agora que eu quero fugir e as portas que criei estão se fechando.Quando procurei amar a mim mesmo, no meu coração veio um aperto uma vontade de gritar para o mundo o que sinto sobre a humanidade, mas na verdade é um sentimento maior, mais do que eu possa imaginar, é uma força que transforma e faz nascer às palavras em meu pensamento.E hoje tudo que quero é dizer que: “Eu tenho uma chama no coração e ela nunca vai se apagar”.![]()
Olá, muito prazer!
Meu nome hoje é FELICIDADE
Eu faço parte da vida daqueles que tem amigos, pois ter amigos é ser FELIZ.
Pois viver rodiado de pessoas é ser FELIZ!
Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e
Hoje é uma dádiva, por isso é chamado “PRESENTE”.
Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do AMOR, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final.
E também sou ROMANTICO, mas e daí, meus amigos que estão à anos do meu lado sabem, isso é AUTENTICIDADE.
Eu também sou casado sabiam? Sou casado com o TEMPO
Oh! Minha esposa o TEMPO é linda! Ela é responsável pela solução de todos os problemas, ela constrói corações, e cura machucados e vence a TRISTEZA.
Juntos, tivemos três filhos: A AMIZADE, A SABEDORIA E O AMOR.
A AMIZADE é a filha mais velha. Uma menina linda, sincera e alegre.
A AMIZADE brilha com o sol, une as pessoas, pretendendo nunca ferir, sempre consolar.
A do meio é a SABEDORIA, culta, integra, sempre foi mais apegada a mãe o TEMPO.
A SABEDORIA e o TEMPO sempre andam juntos!
A mais nova é o AMOR. Ah! Como esse me dá trabalho! É TEIMOSO, às vezes só quer morar em um lugar...Eu vivo dizendo: AMOR, você é feito para morar em dois corações, não em apenas um.
O AMOR é complexo, mas é lindo, muito lindo!
Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo a mãe dele, o TEMPO, e ai o TEMPO sai fechando todas as feridas que o AMOR abriu! Uma das pessoas mais importantes me ensinou uma coisa: Tudo sempre dá certo, se ainda não deu, é porque não chegou o final.
Por isso, acredite sempre na minha FAMILIA. Acredite no TEMPO, na AMIZADE, na SABEDORIA e, principalmente no AMOR. Aí, quem sabe um dia, eu a FELICIDADE, não bato na sua porta!?
Tenha TEMPO para os Sonhos, eles conduzem sua carruagem para as ESTRELAS!
E mesmo sem te ver
Acho até que estou indo bem
Só apareço, por assim dizer
Quando convém
Aparecer ou quando quero
Quando quero
Desenho toda a calçada
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És, parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto
Só um pouquinho infeliz
Mas tudo bem
Tudo bem, tudo bem...
Lá vem, lá vem, lá vem
De novo
Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não me esquecerei
Tudo bem, tudo bem...
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Tudo bem, tudo bem...
Acho que estou gostando de alguém
Tudo bem, tudo bem...
O gosto da tua pele
sal impregnado em meus lábios
que me mata de sede
à beira da fonte dos teus prazeres.
O teu gosto na minha boca
mel que sacia meus desejos
na hora derradeira
do medo de te perder
em meio aos lençóis.
O teu cheiro impregnado
no meu corpo
perfume raro que nem a chuva
leva de mim...
Do teu cheiro
O gosto da tua pele
sal impregnado em meus lábios
que me mata de sede
à beira da fonte dos teus prazeres.
O teu gosto na minha boca
mel que sacia meus desejos
na hora derradeira
do medo de te perder
em meio aos lençóis.
O teu cheiro impregnado
no meu corpo
perfume raro que nem a chuva
leva de mim...
Do teu cheiro
O gosto da tua pele
sal impregnado em meus lábios
Indecências
Quantas esteiras de luz
se acendem
quando me tocas?
Milhares de estrelas
espetam meus dedos
rios se perdem
deixando em abandono
os seus leitos.
E um atropelo de veias
sangue correndo veloz
sem saída.
Tantas farpas
me cortam a pele
tantos frios
eriçam meus pelos
quando me tocas...
Eu ardo febril
- tantas chamas -
e tremo de medo
- quantos gelos -
quando me tocas...
Tantas catástrofes
tumultos
revoltas
provocas em mim.
Alteram-se os sais
queimam-se calorias
e quantas loucuras
submetes minha química
quantas queimaduras
me causa a tua pele.
A quantos perigos
me exponho
quando me tocas...
que me mata de sede
à beira da fonte dos teus prazeres.
O teu gosto na minha boca
mel que sacia meus desejos
na hora derradeira
do medo de te perder
em meio aos lençóis.
O teu cheiro impregnado
no meu corpo
perfume raro que nem a chuva
leva de mim...